A onda de paralisações ganhou mais um capítulo de peso nesta semana. Após a greve que atingiu as agências dos bancos públicos, os trabalhadores dos Correios de todo o país também decidiram cruzar os braços por tempo indeterminado. A paralisação começou a valer nesta sexta-feira (11) e já afeta diretamente a circulação e entrega de mercadorias.
Os centros de distribuição e a triagem amanheceram com as atividades suspensas, travando a saída de caminhões e o trabalho de rua dos carteiros. Diante das unidades operacionais, piquetes com faixas de “Correios em Greve” foram montados para garantir a adesão total da categoria.
De acordo com o comando de mobilização, 36 sindicatos aderiram ao movimento nacional, e a promessa é de reforço nas paralisações já no início da próxima semana.
O que funciona e o que está travado?
Entregas e distribuição: Estão paralisadas. Encomendas, mercadorias de compras online e correspondências ficarão retidas nos centros de triagem até o fim da greve.
Atendimento em agências: A maioria das agências segue de portas abertas apenas para postagem no balcão e trâmites administrativos internos. No entanto, o envio das mercadorias despachadas ficará represado.
As reivindicações
A categoria protesta contra a falta de acordo salarial, cobra melhores condições de trabalho e se posiciona firmemente contra o aumento nas mensalidades e coparticipações do plano de saúde por faixa etária. Sem data para acabar, o movimento deve impactar diretamente quem depende do e-commerce e de entregas essenciais nos próximos dias.


