Música, encontros e uma estrutura inédita marcaram o fim de semana. O festival mostrou que, após duas décadas, sua verdadeira essência não está apenas em quem sobe no palco, mas em quem vive a festa.
O Parque de Exposições Teopompo de Almeida viu as luzes se apagarem na noite deste domingo (23), encerrando a histórica 20ª edição do Festival de Inverno Bahia (#FIB26). E o sentimento que amanheceu com os conquistenses nesta segunda-feira é unânime: entregaram uma história para guardar.
Se por muito tempo o sucesso de um evento era medido apenas pelo peso dos artistas na grade, o FIB 2026 reescreveu essa regra. A maratona de três dias provou que o festival amadureceu e se transformou em um verdadeiro parque de experiências.
A Cidade Dentro da Cidade
Quem caminhou pelo parque neste fim de semana sentiu a diferença. As ativações das marcas, o brilho inédito da roda-gigante, a gastronomia e a pluralidade da Vila O Boticário criaram um ecossistema perfeito. Foram noites de abraços reencontrados, sorrisos nas cabines de fotos e vibração em cada canto da arena. O show acontecia no palco, mas o espetáculo real pulsava na pista.
Um Legado de 20 Anos
Vitória da Conquista abraçou o evento de forma única. Não à toa, a própria organização do festival ressaltou que a festa foi “muito além da grade”. A edição de 20 anos coroa a relação de amor entre a “Suíça Baiana” e o maior festival de inverno do Norte/Nordeste, mostrando que a cidade não apenas sedia a festa, mas é parte viva de sua identidade.
O FIB 26 acabou, mas a memória de uma edição tão grandiosa e voltada para as conexões humanas já deixa Conquista em contagem regressiva para o que vem por aí. Que venha a próxima página dessa história!



